Gestion Emprendedora


¿Hasta cuándo dura la crisis del gas? Lula da Silva: hasta el 2012 by cardume
febrero 26, 2008, 9:57 am
Filed under: 746, calidad, competitividad, Costos, Emprendimiento, Gestión, gestionemprendedora, negocios

Es un hecho comprobado que Bolivia no tiene reservas para atender los actuales contratos firmados más sus necesidades de inversión y consumo interno. También esta comprobado que la culpa la tiene la incapacidad del actual gobierno boliviano. Pero, para los negocios las culpas no sirven de nada, sólo las soluciones. Y la solución se llama inversión. Brasil está invirtiendo más de US$ 1 mil millones en Bolivia (aunque aún no está claro qué parte es gasto y cuál inversión neta). ¿Y cuándo esas inversiones darán frutos? Para el 2012, según el Presidente de Brasil. Hasta entonces, a aguantarse con el frío invernal y a esperar para que la economía de Brasil y Argentina pueda crecer a sus rimos normales. El siguiente es un artículo del periódico  OGlobo.com de Brasil uno de los más influyentes de ese país.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na noite desta segunda-feira, em entrevista a um programa de TV argentino, que os investimentos para exploração de gás na Bolívia só vão surtir efeito daqui a quatro anos, em 2012.

“A Bolívia tem muito gás, mas esse gás precisa ser explorado. E para ser explorado tem que ter investimentos, e o resultado destes investimentos não aparece no dia seguinte”, afirmou. “Até 2012, vamos ter que tirar quase que da própria pele para atender as necessidades do mercado argentino, do mercado brasileiro.”

Segundo Lula, a Bolívia deverá produzir em 2012 o equivalente a 73 milhões de metros cúbicos de gás. Hoje, estima-se que essa produção esteja em torno de 45 milhões de metros cúbicos de gás – insuficientes para atender à demanda interna da Bolívia e os mercados do Brasil e da Argentina.

As declarações do presidente foram feitas durante entrevista ao jornalista argentino Joaquín Morales Solá em seu programa de televisão Desde el Llano, da emissora TN (Todo Noticias).

A entrevista foi gravada no sábado, em Buenos Aires, pouco antes da reunião entre Lula e os presidentes da Argentina, Cristina Kirchner, e da Bolívia, Evo Morales, na qual o Brasil rejeitou a possibilidade de atender o pedido de abrir mão de parte do gás que demanda para atender o déficit argentino.

“Problema estrutural”

Lula voltou a dizer que o problema energético da região não é conjuntural, mas estrutural. “A comissão formada por Argentina e Brasil está discutindo mudanças estruturais do nosso modelo energético. Ou seja, qual é o nosso potencial hidrelétrico? Qual o nosso potencial de termoelétrica? Ela vai ser movida a que? A gás? Mas se nós não temos gás, vai ser a óleo diesel que polui o planeta, e que é muito caro? Todos estes são desafios que temos para nós nos próximos quatro anos”, disse.

Lula voltou a afirmar que a expansão econômica do Brasil e da Argentina tem levado a maior demanda de energia, o que não foi previsto no passado.

Quando questionado se o Brasil pode ajudar a Argentina, ele respondeu que essa não é uma crise energética da Argentina, mas do mundo inteiro. “E obviamente que (a crise) pega a Argentina, pega o Brasil, pega outros países (…). Na medida em que as duas economias começam a creser, a gente percebe que é preciso produzir cada vez mais energia”, disse.

Lula contou que disse a Cristina Kirchner, na reunião que tiveram na sexta-feira, um dia antes do encontro com Morales, que é preciso fazer um “levantamento real” da situação energética e seu potencial de produção na América do Sul.

“São milhares e milhares de megawatts que poderemos produzir, se trabalharmos de acordo. O Brasil tem disposição de financiar parte deste desenvolvimento porque interessa ao Brasil, interessa à Argentina”, afirmou.


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No cabe duda que los grandes problemas energéticos que enfrenta el mundo, particularmente en el cono sur de América, deben ser enfrentados con la misma decisión que lo ha hecho el gobierno de Brasil, es decir con colaboración activa entre países vecinos. Cabe mencionar que no solamente Bolivia, Brasil y Argentina serán los beneficiados, ya que también lo será indirectamente Chile, a través del gas que se importa desde Argentina.
De la misma manera deberían resolverse otros graves problemas que ya están en gestación, como la escasez de agua potable, la deposesión de desechos radioactivos, el agotamiento de los recursos pesqueros, la preservación de santuarios de la naturaleza, las migraciones y la protección social de personas sin recursos, etc.
Creo que Lula comprende perfectamente, y lo lleva a la práctica, que la “aldea global” no es sólo una frase retórica, sino un concepto que tiene plena vigencia en la solución de muchos problemas.

Comentario por Manuel Gross




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